Médico 24 horas

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Você já pensou como seria ter sua saúde monitorada 24 horas? Não?! Pois alguns cientistas suíços sabem  e estão trabalhando para que isso se torne realidade daqui a alguns anos. Pode parecer ficção cientifica, mas é mais uma prova de que o ser humano tem capacidade de melhorar a a qualidade de vida através de tecnologias, até então, são inimagináveis.

Jovens cientistas da Escola Politécnica Federal de Lousanne inventaram um dispositivo minúsculo, de aproximadamente 14 milímetros, implantado debaixo da pele, que faz exames de sangue e envia os resultados imediatamente via celular caso seja detectado alguma alteração. Funciona como um laboratório interno durante 24 horas por dia.

Esse dispositivo pode ser usado para detectar cinco substâncias no sangue, especialmente o nível de glicose e colesterol, assim como outras substâncias que são detectadas através de exames de sangue. Os resultados podem, então, ser enviados para o médico por meio da tecnologia bluetooth.

Segundo os inventores, é possível injetar o mecanismo através de uma seringa logo abaixo da pele em locais do corpo como abdome ou braços, e mantê-lo no local por meses até ser removido ou substituído.

Há muitos anos, vários pesquisadores já vinham trabalhando em implantes subcutâneos como esse, mas o professor Giovanni de Micheli e o cientista que liderou a pesquisa, Sandro Carrara, afirmam que o dispositivo criado por eles é o pioneiro, pois tem a capacidade de analisar muitos problemas diferentes ao mesmo tempo, como, por exemplo, prever através do sangue um possível ataque cardíaco, além de analisar o impacto de tratamentos como a quimioterapia.

Até o momento o “laboratório ambulante” só foi testado em animais, e em breve será testado em pessoas que estão em tratamento médico. Os inventores preveem a chegada desse dispositivo à população em quatro anos. Vendo esse tipo de avanço na tecnologia médica fica difícil de não acreditar que daqui a alguns anos, como muitos especialistas afirmam, a geração que está nascendo agora chegará aos 130 anos sem grandes problemas de saúde, se dependendo desse tipo de tecnologia.
Por Daniella Lima
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Daniella Coriolano

Daniella Coriolano

Estudante do 7º período de Jornalismo e petiana desde abril de 2012.

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