Abertura do 3º NortePET

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Nesta quarta-feira, 01 de junho, ocorreu no auditório da Faculdade de Ciências Agrárias, UFAM, a abertura do 3º NortePET, onde foram reunidos os dezessete PETs de Manaus (Administração, Agronomia, Biologia, Biologia IFAM, Comunicação, Computação, Conexões Urbanas, Conexões Indígenas, Design, Engenharias, Farmácia, Física, Florestal,  Geologia, Matemática, Medicina e Pesca) para dar início à discussão do tema Desafios e Diversidades.

A solenidade de abertura contou com a presença do grupo Puxirum, formado por alunos do curso de Música da UFAM, que apresentou um repertório com canções regionais, além de entoar o Hino Nacional Brasileiro. Adiante, compondo a mesa de abertura, os professores doutores Cinthya Frithz, Adilson dos Santos, Ítala Clay, Gilson Monteiro e João Aristeu da Rosa falaram brevemente a respeito dos objetivos do PET, das ações do programa na vida dos alunos, e ainda sobre a vontade que muitos cursos da UFAM têm de criar o seu PET e as dificuldades que giram em torno disso.

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Declarado aberto oficialmente pela mesa, o NortePET levou aos presentes a palestra do tutor do PET Farmácia da UNESP- Araraquara e presidente do CENAPET (Comissão Executiva Nacional do PET), João Aristeu da Rosa. Primeiramente, reafirmando a fala do professor Gilson Monteiro, Aristeu disse que toda a universidade devia ser PET, que o programa não devia ser visto como um campo isolado, mas sim que seus bons resultados abrangessem todo o campus. Prosseguindo, contou a história do Programa de Educação Tutorial, desde seu surgimento, como uma experiência acadêmica de qualificação de um grupo de alunos feita pelo professor Cláudio de Moura Castro, em 1979, a sua difícil trajetória ao longo dos anos, como por exemplo a proposta de cancelamento do projeto, do governo Fenando Henrique Cardoso. João Aristeu relatou que o PET teve que enfrentar diversas barreiras, como a permanência de apenas um ano dos alunos, o corte de PETs que não eram voltados para a educação de Ensino Fundamental, a falta de bolsa para os tutores, o atraso na bolsa dos petianos. Mas as barreiras foram sendo derrubadas, e em 23 de setembro de 2005, foi promulgada a lei 11 1 80, que torna oficial a existência do Programa de Educação Tutorial.

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O palestrante falou ainda a respeito das mudanças que estão ocorrendo atualmente, como a permanência de seis anos dos tutores, e a permanência dos alunos até sua formação na graduação, além de esclarecer que não haverá a extinção dos grupos PET, como vinha sendo dito.

O presidente do CENAPET encerrou sua palestra com uma sessão de perguntas e respostas, onde duas são destaques:

O PET deve ser pluripartidarista ou não?

“O PET deve lutar por um bem maior, independente do seu lado político”.

O que deve ser feito para o PET ter um tempo de vida maior?

“Não devemos perder a oportunidade de mostrar o trabalho que é feito, reafirmando que nosso trabalho no PET é válido e necessário”.

A resposta do professor João Aristeu da Rosa foi reforçada com a ideia da tutora do PETCom, Ítala Clay, de criar um programa para os PETs dentro da TV universitária, para que os trabalhos e resultados sejam expostos.

O evento prosseguirá até o dia 03, levando a interação entre os grupos e o debate a respeito do tema proposto.

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Letícia Misna

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Não consegue piscar o olho direito sozinho, não usa roupa laranja e não sabe nadar.
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