#EspecialLollapalooza: Catfish And The Bottlemen e The 1975

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Dando continuidade a série de matérias especiais sobre as atrações que estarão presentes no festival do ano que vem, que acontece nos dias 25 e 26 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, hoje vamos apresentar a vocês as bandas Catfish And The bottlemen e The 1975.

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“Quem raios é Catfish and the Bottlemen?”, muita gente já deve ter se perguntado isso. Chegou a hora de descobrir.

Trata-se de uma banda galesa de rock alternativo criada em 2007 no Reino Unido. Composta por Ryan Van McCann (vocais, guitarra e composições), Johnny Bond (outra guitarra, no lugar de um dos fundadores, Billy Bibby), Benji Blakeway (baixo) e Robert Bob Hall (substituindo posteriormente o baterista original Jon Barr). Assim como foi com o Kasabian no início dos anos 2000, esse é mais um grupo que só o Reino Unido concebe e entende bem e que somente em 2013 passou a ganhar mais reconhecimento. O nome peculiar para o quarteto surgiu através de McCann que, durante o período em que morou na Austrália, conheceu um artista de rua que utilizava “Catfish the Bottlemen” como nome artístico.

Em 2009 a banda lançou um EP, intitulado “Poetry and Fuel”. Porém, o grupo só começou a se dedicar integralmente a um trabalho de divulgação mais pesado em 2013, quando lançou uma série de singles como “Homesick” e “Rango”, pelo selo Communion Records. As músicas de trabalho logo alcançaram certa visibilidade no abarrotado cenário do rock alternativo britânico, gerando certa expectativa em torno do quarteto.

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Em março de 2014 o grupo assinou contrato com a Island Records e imediatamente começou a trabalhar no que viria a ser o primeiro disco de sua carreira: “The Balcony”. A música “Kathleen”, primeiro single do grupo através da nova gravadora, contou com a produção de Jim Abbiss, nome conhecido no cenário musical britânico, que possui em seu currículo trabalhos ao lado de grandes nomes como Arctic Monkeys e Adele.

O segundo álbum de estúdio da banda foi lançado em maio deste ano: o “The Ride”. O disco mantém muitas coisas do seu antecessor e que já podem ser consideradas como marca registrada da banda: o estilo da arte de capa, fundo preto com uma ilustração simples em branco, assim como o título do álbum, que mantém a mesma estrutura (localizado no canto superior esquerdo), juntamente com as faixas, que seguem intituladas com apenas uma palavra por canção. Além disso tudo, a sonoridade, que é de fato o mais importante, segue a mesma. Os rapazes não abandonaram o som que os tornou uma banda de grande porte, especialmente na Europa.

A banda se apresenta no domingo, dia 26 de março de 2017.

Músicas recomendadas: Kathleen, 7, Cocoon, Twice, Homesick

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The 1975 é uma banda inglesa de rock alternativo formada em Manchester, composta por Matthew Healy (vocalista, guitarrista), Adam Hann (guitarrista), Ross MacDonald (baixista) e George Daniel (baterista). A banda começou tocando uma série de covers até que “eventualmente escreveu uma canção”, segundo Healy. “Nós começamos a partir de então e temos vindo a fazer música juntos desde que tínhamos cerca de 15 anos.”

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Seu primeiro álbum, intitulado com o nome da banda, foi lançado em setembro de 2013 e assumiu a liderança da parada de discos mais vendidos do Reino Unido. Com faixas que chamam atenção por seu tom bem década de 80, vindos do synthpop e electropop, misturados ao papel fundamental da guitarra em um bom rock, a banda apresenta temáticas como sexo adolescente e dinheiro, repleta de  melodias pegajosas ambientadas às pistas de dança. Se você quer dançar e se divertir sem se preocupar com mais nada, a banda é considerada uma ótima opção.

A The 1975 liberou este ano um álbum com um nome tão grande que provavelmente não caberia como título desta matéria: o “I like it when you sleep, for you are so beautiful yet so unaware of it”.  Nesta nova fase, o grupo assumiu uma nova identidade, trocando o preto e branco do disco de estréia pelo rosa. Com isso, a sonoridade também deixou a obscuridade um pouco de lado e assumiu um teor mais… colorido. E muito dançante.

A banda se apresenta no sábado, dia 25 de março.

Músicas recomendadas: Robbers, Somebody Else, Chocolate, The Sound

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Emanuelle Lopes

Emanuelle Lopes

21 anos, estou sempre com fome, apaixonada por música, livros e séries, mesmo não tendo todo o tempo que gostaria para se dedicar a esses dois últimos. Amo escrever. Alguns gostam do que escrevo, apesar de achar tudo que produzo irrelevante para a sociedade. Estudante do 7º período de jornalismo.
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