Há algo a mais que os smartphones podem fazer?

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Os smartphones, telefones inteligentes com sistemas otimizados para atender seus usuários, tiveram seu “boom” com o lançamento do iPhone da Apple no ano de 2007. O aparelho trouxe um design em formato de barra, câmera e sistema bastante avançados para sua época. A partir daquele momento, a maioria dos aparelhos móveis a serem lançados passaram a obedecer um padrão de atender a demanda e suprir a necessidade de seu dono.

Assim como a espécie humana, a tecnologia tende a evoluir de forma gradativa para alçar novos horizontes. Vimo marcas e mais marcas surgirem com a propaganda de entregar o melhor ao seu consumidor e assim conquista-lo a adquirir seus produtos, uma vez que eles estão ali e foram criados para poder auxiliá-lo em tudo o que puder.

Notou-se que com a era dos celulares inteligentes, juntamente apareceram as mais recentes sofisticações: câmera quase profissionais, processadores melhores do que de computadores ou quase isso, sensores de digitais presentes apenas em dispositivos de segurança caros e avançados, leitores de íris com o mais recente em segurança digital, telas praticamente inquebráveis, baterias que duram até uma semana e etc.

Com tanta melhoria e evolução no mercado, entra a questão: será que os novos aparelhos entregarão coisas ainda mais sofisticadas ou iremos entrar num ecossistema de total constância? Por que o que vimos de mais recente, observamos apenas melhorias em design, software e hardware.

Ao decorrer do tempo, agendas, calendários, máquinas de escrever, scanners, cartas, modems, internet, notebooks e etc foram diminuídos e passaram a caber tudo isso em uma pequena tela.

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Danny Sullivan

Danny Sullivan

Jornalista em formação e sereio profissional nas horas vagas. Considera-se geek e fã de outras coisas estranhas (tipo Naruto, Justin Bieber e K-pop).
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